Como otimizar o controle de qualidade no laboratório de análises clínicas?

Como otimizar o controle de qualidade no laboratório de análises clínicas?

Qual é o pior pesadelo para um gestor de laboratório de análises clínicas? Essa é fácil!

O pensamento de que, de alguma forma, um resultado de teste impreciso escapou de seu laboratório e convenceu um médico desavisado a tomar uma decisão ruim durante o atendimento ao paciente.

Grande parte da assistência médica hoje em dia é baseada em decisões de tratamento fundamentadas em resultados de testes diagnósticos.

Para se ter uma ideia, de acordo com uma recente revisão dos dados, 98% da população de pacientes internados fazem testes de laboratório.

Falsos negativos, por exemplo, podem atrasar o atendimento que poderia salvar ou melhorar a vida do paciente.

Os falsos positivos podem fazer com que os pacientes sejam submetidos a tratamento inúteis, o que pode resultar em problemas psicológicos, físicos e financeiros desnecessários.

Por isso, se você quer saber mais sobre como otimizar o controle de qualidade no laboratório de análises clínicas, confira o conteúdo sobre o tema!

Como otimizar o controle de qualidade no laboratório de análises clínicas?

Como otimizar o controle de qualidade no laboratório de análises clínicas?

Não é de se admirar que os gestores de laboratórios fiquem preocupados com a possibilidade, não importa quão pequena, de relatar resultados imprecisos, afinal, decisões críticas de atendimento ao paciente estão em jogo.

Sem mencionar a reputação profissional dos gestores de laboratório, a reputação de seus laboratórios de análises clínicas e a confiança de pacientes e médicos.

Para evitar erros em testes e relatórios, o controle de qualidade é fundamental!

Você precisa estar confiante, sempre que relatar um resultado, de tudo está funcionando da maneira esperada.

Por isso, separamos quatro dicas para você otimizar o controle de qualidade e garantir resultados precisos em seu laboratório de análises clínicas. Confira a seguir!

1. Considere o custo do baixo controle de qualidade

Nos anos que passamos trabalhando com laboratórios de análises clínicas e gestores de laboratórios, o principal motivo citado para não atualizar suas práticas de controle de qualidade sempre foram os custos adicionais envolvidos.

Os orçamentos são apertados e o custo dos resultados reportáveis ​​é calculado até o último centavo.

Embora o custo de implementação de um controle de qualidade adicional seja facilmente calculado, é importante considerar também os custos ocultos de falhas de controle de qualidade ao avaliar se você deve adotar padrões mais elevados.

Embora nem sempre seja óbvio, os seguintes itens devem ser incluídos em qualquer análise de custo-benefício:

Execuções com falhas
Este é o custo mais prontamente calculado do controle de qualidade inadequado. Como você sabe, os únicos resultados que contam são os resultados reportáveis.

Ter que refazer um teste basicamente dobra o custo. Assim, é importante entender a taxa geral de falhas dos testes para o laboratório e se a adoção de medidas adicionais de controle de qualidade reduziria essa taxa e os custos gerais.

Resolução de problemas e tempo de inatividade
O bom e velho ditado é verdadeiro: tempo é dinheiro! As falhas humanas e de instrumentos podem levar a um ciclo de solução de problemas e tempo de inatividade do equipamento enquanto você procura a origem da situação.

Esta é uma drenagem significativa de recursos laboratoriais que impede a sua verdadeira missão: gerar resultados reportáveis.

A necessidade extensiva de solução de problemas pode realmente prejudicar as operações de todo o laboratório. Se o tempo de inatividade for longo, isso pode forçar uma custosa terceirização de testes.

E, certamente, isso não é positivo para o moral de sua equipe, pois a pressão é aumentada para resolver os problemas, além de suas funções regulares se acumularem.

A questão é: o controle de qualidade adicional detectaria tendências problemáticas mais cedo, reduzindo o tempo de inatividade e a carga geral de solução de problemas colocada sobre a equipe do laboratório?

Teste de proficiência reprovado
Embora o emprego de um sistema de controle de qualidade de alto nível não seja um requisito legal, a participação em um programa de teste de proficiência é fundamental para a acreditação.

A adoção de um software para a gestão laboratorial oferece o benefício adicional de preparar o seu laboratório para este tipo de desafio e minimizar os riscos de falhas.

As falhas na proficiência podem levar a investigações caras, mas necessárias, e medidas de ação corretiva e, no pior dos casos, pode colocar em risco a certificação do seu laboratório.

Relatório de resultados imprecisos
Finalmente, falsos positivos e negativos podem ser a ruína de qualquer laboratório de análises clínicas.

O custo é imensurável no que diz respeito a reputações danificadas, sem mencionar o custo humano de decisões incorretas de atendimento ao paciente.

Ao analisar os números, você descobrirá que o custo para melhorar o controle de qualidade por meio de softwares laboratoriais eficientes é muito baixo, particularmente dadas as consequências caras e potencialmente catastróficas do controle de qualidade inadequado descrito acima.

2. Execute controles externos e internos

Se não estiver fazendo isso atualmente, uma das melhorias de controle de qualidade mais impactantes e imediatas que seu laboratório pode fazer agora é adicionar controles independentes de terceiros ao seu regime de teste diário.

Um equívoco comum é achar que os controles fornecidos pelos fabricantes são suficientes para garantir que tudo esteja funcionando corretamente.

Infelizmente, esses controles não fornecem uma avaliação verdadeiramente precisa e independente do desempenho ao longo do tempo. Como os controles internos são normalmente compostos do mesmo material que os calibradores de ensaio, são projetados em concentrações relativamente altas e suportam mudanças de lote frequentes, eles não são eficazes na identificação de problemas de desempenho que poderiam levar a resultados imprecisos.

Não estamos dizendo que os controles internos não devem ser utilizados, eles devem ser executados conforme especificado, mas a verificação independente de terceiros pode fornecer um nível de certeza que falta aos controles internos.

3. Teste os limites de seus ensaios

Onde um ensaio começa a mostrar os primeiros sinais de falha? Normalmente, está perto do limite de detecção, onde a verdadeira sensibilidade do ensaio é desafiada.

É também aqui que as falhas de desempenho têm as maiores consequências negativas, pois estão próximas do ponto de decisão clínica.

Os controles internos tendem a imitar amostras fortemente positivas, longe do ponto crítico de uma decisão clínica. Em contraste, um controle de terceiros de alta qualidade é projetado especificamente para ser uma amostra positiva fraca que pode detectar problemas de desempenho nos limites inferiores de detecção.

Portanto, procure fornecedores terceirizados para realizar os controles externos que realmente desafiem seus ensaios.

4. Invista em um software para a gestão laboratorial

Você provavelmente já sabe disso, mas vale reforçar que o padrão para o controle de qualidade em laboratórios de análises clínicas é executar a revisão pelo menos uma vez por dia.

Alguns gestores de laboratório insistem na segurança adicional dos controles operacionais a cada mudança de turno. De fato, se um ensaio teve problemas de desempenho recentemente, o controle de qualidade deve ser executado com ainda mais frequência.

Por meio da adoção de um software para a gestão laboratorial, você pode otimizar de maneira econômica suas práticas de controle de qualidade, automatizar inúmeras tarefas e funções, reduzir os erros de relatórios e aumentar sua confiança.

Gostou de saber mais sobre como otimizar o controle de qualidade no laboratório de análises clínicas? Então não deixe de conferir como escolher um software de fácil implementação para laboratórios!

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